O material desta embalagem se decompõe em agua, CO2 e matéria prima orgânica em menos de 180 dias, em condições de compostagem

Esse mês novidade quando chegou minha revista, embalagem nova, o bioplástico está sendo utilizado pela editora Abril para embalar suas revistas, é a primeira vez que eu recebo uma revista assim, gostei da iniciativa (na minha opinião até meio tardia) da empresa.

Os chamados bioplásticos não possuem petróleo em sua composição, por isso levam menos tempo para se decompor na natureza. Para se ter uma ideia, o Brasil consome cerca de 12 bilhões de sacolinhas plásticas por ano segundo a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). 80% delas viram lixo e podem levar mais de mil anos para se decompor.

Para saber mais sobre a inovação,  Júlio Harada, gerente técnico de desenvolvimento da BASF, empresa alemã com atuação global que desenvolve bioplásticos explica que o produto é feito com fontes renováveis, como o amido de milho e de mandioca, por isso demora menos tempo para se degradar na natureza. “Num período máximo de 180 dias e em condições padronizadas de oxigênio, umidade e temperatura, a massa plástica se transforma em CO2, água e húmus”, diz.

O húmus formado é testado no crescimento de plantas e, se não interferir nele, é considerado compostável.

O novo material é uma alternativa aos produtos convencionais e vem sendo usado em embalagens de alimentos, sacos para lixo orgânico e produtos para agricultura.

Já não era hora!

Respondendo a pergunta: Escovo os dentes, tomo banho e lavo a louça de olho no desperdicio pra não gastar demais.